50–69
a faixa etária em que o rastreio por PSA costuma ser ponderado — sempre em decisão partilhada com o médico
USPSTF / European Association of Urology
O PSA é um dos temas de saúde masculina mais procurados — e também um dos mais mal compreendidos. Perceber o que mede (e o que não mede) ajuda-o a ter a conversa certa com o seu médico.
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50–69
a faixa etária em que o rastreio por PSA costuma ser ponderado — sempre em decisão partilhada com o médico
USPSTF / European Association of Urology
O PSA (antigénio específico da próstata) é uma proteína produzida pela próstata e que pode ser medida numa análise ao sangue. Um valor mais elevado pode refletir várias situações — e nem todas são preocupantes.
É importante saber isto desde o início: um PSA elevado não significa, por si só, cancro. O aumento benigno da próstata (muito comum com a idade), uma infeção ou até a atividade física recente podem elevá-lo temporariamente.
Ao contrário de outros rastreios, o PSA não é recomendado de forma indiscriminada a todos os homens. As principais recomendações internacionais descrevem-no como uma decisão partilhada.
Nessa conversa, o médico pesa os benefícios (a deteção precoce em alguns casos) contra os inconvenientes (falsos positivos, exames adicionais e a deteção de tumores de evolução tão lenta que nunca causariam problema). Por isso, a pergunta certa não é apenas «devo fazer o PSA?», mas «faz sentido para mim, tendo em conta a minha idade e a minha história?».
A discussão do PSA surge tipicamente a partir dos 50 anos, ou mais cedo quando há fatores como história familiar de cancro da próstata. Acima de certa idade, o benefício tende a diminuir e a decisão volta a ser individualizada, caso a caso.
Nada disto substitui a avaliação do seu médico: são referências gerais, para o ajudar a preparar a conversa com informação.
Alguns passos simples deixam-no mais preparado — sem alarme e sem decidir sozinho:
Cinco minutos de perguntas. Um plano para discutir. As respostas não ficam na plataforma.
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