Prevenção primeiro
Encorajamos rotina e deteção precoce, nunca o medo.
A nossa história
Uma pergunta sem resposta, uma promessa de honestidade — e a convicção de que prevenir é melhor que remediar.
Quem está por trás

Chamo-me Martim Bustorff, tenho 43 anos, sou casado e tenho três filhos pequenos. Há mais de dez anos que construo produtos digitais — hoje, produtos de encomenda e pagamentos usados em mais de uma centena de restaurantes nos Estados Unidos. O EasyCheckUp é obra de uma só pessoa: desenhei-o, escrevi-o e mantenho-o sozinho. Digo-o à cabeça porque me parece que tem direito a saber quem está do outro lado de uma ferramenta que lhe fala de saúde.
Perdi os meus pais aos 29 anos. O meu pai com cancro do pulmão, a minha mãe com esclerose lateral amiotrófica. Foram duas doenças diferentes, em tempos diferentes, e a mesma sensação nas duas: a de se chegar sempre atrasado a uma conversa que devia ter começado muito antes.
Não lhe vou dizer que um check-up teria mudado aqueles desfechos. Não teria, e seria desonesto sugeri-lo. O que mudou foi outra coisa: percebi que, durante anos, ninguém na minha família tinha falado a sério sobre prevenção — não por falta de vontade, mas porque nunca soubemos por onde começar.
Foi essa a pergunta que me ficou. Não «que doença vou ter», mas «o que é que eu devia estar a verificar, na idade que tenho — e como é que eu havia de saber isso?». Em 2018, na Universidade Católica, transformei-a num trabalho académico. Depois ficou na gaveta.
Mas voltei a ela muitas vezes. Estudei normas de saúde, li o que a Direção-Geral da Saúde e outras entidades recomendam para cada idade e cada perfil, e fui percebendo uma coisa simples: a informação existe toda, está pública, e é praticamente ilegível para quem não é da área. Não falta ciência — falta tradução.
Talvez conheça a sensação: sair de uma consulta com a impressão de que havia mais para perguntar, sem saber bem o quê. Não é falta de cuidado — nem seu, nem do seu médico. É o espaço que existe entre uma ciência que está toda publicada e uma linguagem que quase ninguém fala. O EasyCheckUp nasceu para ser a ponte sobre esse espaço.
O EasyCheckUp é a minha tentativa de fazer essa tradução. É por isso que não guarda as suas respostas, que não diagnostica nada, que nunca o alarma, e que termina sempre no mesmo sítio: numa conversa com o seu médico. Cada uma destas decisões me custou funcionalidades que teriam sido bem mais fáceis de vender.
Hoje, essa tentativa tem uma missão escrita: aproximar as pessoas da sua própria saúde e fazer da prevenção um hábito — não um susto. E tem uma fundação que não é um extra: a privacidade. As suas respostas de saúde nunca tocam numa base de dados; o único registo que fica é o relatório que descarrega e as sugestões guardadas na sua conta, que são suas e pode apagar quando quiser.
Uma nota que me parece devida: não sou médico. A autoridade do que aqui lê não vem de mim — vem das normas da Direção-Geral da Saúde, da Organização Mundial da Saúde e das restantes entidades que fundamentam cada sugestão, e que pode consultar uma a uma. O meu trabalho é traduzi-las para português claro e pô-las nas suas mãos a tempo de servirem para alguma coisa.

Encorajamos rotina e deteção precoce, nunca o medo.
O que não guardamos não pode ser perdido, vendido nem acedido por terceiros.
Sem promessas de diagnóstico. Quem decide é o seu médico.
Quem chega traz quase sempre a mesma dúvida: «o que é que eu devia estar a verificar, na idade que tenho?». Cinco minutos depois leva um mapa para a consulta — o que discutir, por prioridade — e, no Premium, as razões, as fontes e as perguntas.
A transformação que prometemos é essa, e é só essa — dita com a honestidade que nos define: não prevemos desfechos nem substituímos ninguém. Fazemos com que a conversa que importa comece mais cedo e mais bem preparada, sem alarme. O resto é entre si e o seu médico, como deve ser.
Acredito que a prevenção salva vidas e que, muitas vezes, basta um pequeno empurrão para alguém se comprometer com a sua própria saúde. É esse empurrão que quero continuar a dar. A plataforma vai continuar a crescer — mais informação, mais clareza, mais razões para não adiar — e procuro parcerias com quem partilhe este propósito: profissionais de saúde, instituições e empresas que queiram levar a prevenção a mais gente. Se for o seu caso, escreva-me.
Se levar desta página uma só frase, que seja esta:
Porque prevenir é melhor que remediar.
Privacidade
A privacidade aqui não é uma opção que se liga — é a forma como o serviço foi construído.
O EasyCheckUp foi desenhado para NÃO guardar as suas respostas de saúde. Não é uma opção de configuração: é a arquitetura.
É por isto que, ao contrário da maioria dos sites, nem precisamos de lhe pedir consentimento de cookies.
Pode eliminar a conta quando quiser. Após o pagamento, fica com o PDF e a avaliação guardada na conta, para reabrir e voltar a descarregar sem custo.
Dúvidas, sugestões ou imprensa: escreva-nos para info@easycheckup.io. Respondemos em dias úteis.
Cinco minutos de perguntas. Um plano para discutir. As respostas não ficam na plataforma.
Iniciar EasyCheckUpO Completo, se o quiser, custa 4,00 € — uma só vez.